sexta-feira, 21 de março de 2008

Negócios, video games e bilhões de dólares.

Foi-se o tempo em que video games era coisa de nerds para crianças . Com o avanço dos meios de comunicação em massa e o desenvolvido sistema logístico que se apresenta como sólida base para o sucesso das vendas via internet, um jogo lançado hoje já é esperado por milhões de jogadores. Grandes empresas passaram a se interessar pelo negócio. Antes havia a Atari, Sega, Nintendo, hoje, Sony com seus Playstation, Nintendo com seu Wii e até mesmo a Microsoft com seu XBox 360. Deu para sentir o nível da concorrência. Só cachorro grande. Pois bem, para ter noção do quanto o mercado de jogos eletrônicos movimenta basta ler as notícias pela rede. Uma das últimas foi esta: A franquia Eletronic Arts fez uma proposta a Take-Two Interactive Software querendo comprá-la por 2 bilhões de dólares. Além de negar o acordo, a empresa afirmou que essa era uma tentativa de compra oportunista, já que o game mais polêmico da nova geração está prestes a ser lançado, o Grand Theft Auto IV para o PlayStation 3.
Alvo de críticas, diversos processos e até uma tentativa de embargo da prefeitura de New York, Grand Theft Auto IV é um dos jogos mais esperados dos últimos tempos e o mercado especula que esse valor (2 bilhões) poderá ser duplicado após o lançamento do game, caso o sucesso do jogo seja o esperado. Quem já possui o Ps3 (que, diga-se de passagem, é a galinha dos ovos de ouro da Sony) aguarda com muito entusiasmo o esperado lançamento.
Vamos esperar para ver qual será a postura oficial da RockStar sobre essa polêmica...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Nosso ministro da Fazenda, Guido Mantega, lançou três medidas cambiais hoje que entrarão em vigor na segunda-feira. São elas: ELIMINAÇÃO do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre EXPORTAÇÕES brasileiras, o que representará uma PERDA de arrecadação de R$ 2,2 bilhões por ano; FIM da COBERTURA CAMBIAL, o que significa que os exportadores poderão deixar todas as suas receitas no exterior (atualmente, há um limite de 30% das receitas); e aplicação de alíquota de 1,5% do IOF sobre aplicações financeiras de estrangeiros em renda fixa e nos títulos do Tesouro Nacional, as chamadas aplicações de portfólio. Mantega explicou que o IOF será cobrado em cada operação. Disse mais: "O dinheiro entrou, ele (investidor estrangeiro) converte em reais e paga 1,5% de IOF sobre todo o capital".

O ministro ressaltou que continuarão isentas de IOF as aplicações na Bolsa , em oferta pública inicial de ações (IPO), empréstimos estrangeiros, operações de derivativos de renda variável, investimento estrangeiro direto, e operações de derivativo de índice de ações.

E então senhor ministro, a perda de R$ 2,2 bilhões por ano vai ser compensada pelo aumento da velocidade de crescimento proporcionado por essa medida ou não?